domingo, 20 de fevereiro de 2011

PROGRAMA DE ASSISTENCIA INTEGRAL A SAUDE DA MULHER

É perceptível na sociedade que a cada dia a mulher ganha cada vez mais espaço pelo simples fato de executar funções, comportamento e realizar tarefas que sua competência auxilia perpassando assim o antigo monopólio masculino. Entender que mulheres e homens são diferentes, não só do ponto de vista físico e biológico, mas também na forma como entendem o mundo, como apresentam suas necessidades e como querem ser aceitos (as), valorizados (as) e entendidos (as), significa analisar estas questões sob a ótica do gênero.

Mediante este contexto é necessário termos a compreensão, sob vários aspectos, as questões que estão relacionadas com as ações preconizadas para atender às demandas de saúde da mulher. A maior parte dos adultos que procuram os serviços de saúde são mulheres que apresentam diversas necessidades, esperando que sejam atendidas. É importante ressaltar que o índice de abandono dos tratamentos de saúde é significativo e relaciona-se com a dificuldade em receber atendimento e a forma como os profissionais atendem as pacientes, muitas vezes de forma desinteressada e desrespeitosa.

Podemos constatar que muitas são causas que levam a mulher ao adoecimento e à morte e que estas causas estão diretamente relacionadas às condições e hábitos de vida. Deste modo para compreendermos os seus problemas de saúde é importante pensar como as mulheres vivem atualmente e os novos hábitos que vêm adquirindo.
Através de seu modo de vida, suas necessidades, seus valores e ações cada vez mais peculiares a mulher se coloca como ser ativo no processo de formação de políticas publicas direcionadas a mesma cobrando ações que sejam coerentes com o que precisam para sua saúde. O Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM) mostra-se como uma ferramenta eficaz destacando uma importante ação dos profissionais, oferecendo assistência à mulher através da educação em saúde, nem sempre muito valorizada, em seus diversos aspectos como a valorização de seus direitos e seus benefícios sobre a assistência de saúde como o cuidado na gestação e puerpério, seus direitos de assistência ginecológica e climatério através de seus protocolos, citando também a importância devida sobre os aspectos legais e assistenciais a integridade física e psíquica destas mulheres.

Desta forma, o PAISM propõe novas formas de relacionamento entre profissionais de saúde e as usuárias dos serviços, sendo baseado no respeito mútuo possuindo no íntimo como objetivos reconhecer a mulher como cidadã dotada de direitos e como uma pessoa inteira, onde a história do seu corpo e de sua vida tem importância fundamental, para que ela possa expressar o que sente e, a partir deste fundamento, possa ser ouvida e compreendida nas suas necessidades.

ATENÇÃO VOLTADA A MULHER ACOMETIDA POR VIOLÊNCIA

No Brasil, assim como em diversos países do mundo, a violência direcionada a mulher, sendo a mais comum a sexual, constitui um sério problema de saúde pública por ser uma das principais causas de morbidade e mortalidade feminina. A violência baseada em questões de gênero é também uma violação dos direitos humanos. Acomete mulheres de todas as idades, de diferentes níveis econômicos e sociais, em espaço público ou privado e em qualquer fase de sua vida.

Nos serviços de saúde, a mulher violentada sexualmente necessita de acolhimento, fator fundamental para a humanização da assistência à saúde e essencial para que se estabeleça um relacionamento de forma adequada entre o profissional e a cliente.
Ao observar as ações de saúde em nosso contexto percebemos que poucos serviços de saúde têm oferecido atendimento multidisciplinar às mulheres vítimas de violência sexual, no entanto, observamos uma prática intensa de atendimento junto aos profissionais de saúde visto que esses profissionais são os que estão em contato intimo com estas acometidas por este processo.

Observamos durante o estudo que a lei federal 10.778/2003 estabelece a notificação compulsória, no território nacional, dos casos de violência contra a mulher atendida em serviços de saúde públicos ou privados. A notificação é um importante instrumento para o planejamento de políticas públicas para eliminar a violência contra a mulher, tendo como base as informações coletadas pelos serviços de saúde, tais como: onde a violência acontece, que tipo de violência ocorre com mais freqüência, quem comete a violência, qual é o perfil da mulher que sofre a violência, etc.

No entanto, apesar de ganhos e compromissos firmados, as promessas ainda não se materializaram para muitas mulheres, adolescentes e crianças do sexo feminino. Desde as crianças excluídas da educação em razão do gênero até adolescentes que podem morrer em decorrência de problemas relacionados à gravidez e ao parto, ou que enfrentam violência e abuso sexual, a discriminação de gênero leva a violações de direitos que repercutirão em todo o ciclo de vida.

Diante disso percebemos a real necessidade de uma intensificação de ações educacionais voltadas para a sensibilização da sociedade masculina no intuito de modificar essa realidade. Estas ações podem ser realizadas de forma ímpar pelos profissionais que atuam e integram a rede de atenção a saúde das mulheres. Podemos ainda destacar a profunda necessidade de maior investimento na educação permanente no serviço que atende esta clientela, bem como o fortalecimento da descentralização e articulação intra-institucional e intersetorial, bem como escolas, poderes públicos, delegacias, profissionais da área jurídica e de saúde e a sociedade civil, criando desta forma um sistema de referência para a prestação de uma atenção qualificada as necessidades das mulheres vitimas de violência sexual.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Ceará desenvolve primeira vacina vegetal no mundo para combate ao vírus da dengue

Foi produzida por pesquisadores da Universidade Estadual do Ceará
(Uece) a primeira vacina de origem vegetal no mundo, segundo divulgou,
nesta sexta-feira, 18, a assessoria da Uece.

De acordo com a professora Isabel Florindo Guedes, bioquímica
responsável pela pesquisa, o processo é totalmente pioneiro: ?até o
momento nenhuma vacina no mundo tinha sido produzida à base de
planta?. A nova tecnologia deverá combater os quatro tipos de
manifestação do vírus da dengue, incluindo o hemorrágico.

O feijão de corda (Vigna unguiculata) foi o vegetal utilizado no
procedimento para produção de antígenos para combater o vírus da
dengue. No processo, os cientistas injetaram genes do vírus na planta,
a qual desenvolveu as proteínas anticorpos capazes de gerar as defesas
do organismo. A partir daí, os antígenos foram isolados, podendo então
ser aplicados em forma de vacina.

De acordo com os pesquisadores, uma única planta pode gerar até 50
doses de vacina. Os resultados obtidos por meio de testes em
camundongos foram positivos: os animais passaram a produzir anticorpos
protetores contra a dengue. O próximo passo é iniciar testes clínicos
em seres humanos.

A Uece protegeu a pesquisa por meio do seu Núcleo de Inovação
Tecnológica (NIT), através de depósito de pedido de patente junto ao
Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). Neste momento, o
NIT e a Rede de Núcleos de Inovação Tecnológica do Ceará (Redenit-CE)
estão trabalhando na transferência desta tecnologia para o mercado, a
fim de que a vacina possa ser produzida em escala industrial.

Redação O POVO Online, com informações da Uece

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Em 95% dos casos, câncer de testículo atinge homens até 35 anos

Um levantamento do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) aponta que 95% dos casos de câncer de testículo atingem homens com até 35 anos. O Icesp concluiu ainda que 60% dos pacientes atendidos no instituto com esse tipo de tumor iniciam o tratamento com a doença já em estágio avançado. Assim, é necessário utilizar a quimioterapia.

Segundo a Secretaria de Saúde de São Paulo, o Icesp atende cerca de 150 pacientes com o problema por ano. O tumor de testículo é raro e pode ser evitado. O Icesp afirma que o diagnóstico precoce é fundamental e extremamente eficaz para combater a doença. É importante que os homens realizem o autoexame. Em 98% dos casos, os pacientes têm queixas de dor e aumento de volume testicular.

"É essencial que os homens realizem o autoexame e fiquem atentos a qualquer anomalia na região dos testículos. Apesar de raro, o tumor existe e o diagnóstico precoce aumenta as chances de sucesso na luta contra a doença", alerta o coordenador do setor de urologia do Icesp, Marcos Dall'Oglio.

Álcool mata mais que Aids, violência e tuberculose, segundo OMS

Quase 4% de todas as mortes no mundo são atribuídas ao álcool, alertou a Organização Mundial de Saúde (OMS) em relatório divulgado nesta sexta-feira (11). A entidade da Organização das Nações Unidas (ONU) lembrou que o álcool é associado com muitas questões sociais sérias, como violência, negligência infantil e abusos, além de faltas ao trabalho. A porcentagem de mortes por álcool é maior do que as de mortes causadas por Aids, violência e tuberculose, diz a OMS.

O relatório afirma que o uso abusivo do álcool provoca 2,5 milhões de mortes todos os anos. No grupo com idades entre 25 e 39 anos, 320 mil pessoas morrem por problemas relacionados ao álcool, resultando em 9% das mortes nessa faixa etária. A OMS informou ainda que o álcool prejudica a vida não somente de quem o consome em excesso, mas também dos que se relacionam com essas pessoas. "Uma pessoa intoxicada pode prejudicar outras ou colocá-las em risco de acidentes de trânsito ou por comportamento violento, ou afetar negativamente colegas de trabalho, parentes e desconhecidos", afirma o texto.

A bebida em excesso é um importante fator para problemas psiquiátricos, em males como a epilepsia, e de doenças cardiovasculares, cirrose e vários tipos de câncer. "Ferimentos fatais atribuíveis ao consumo de álcool tendem a ocorrer em faixas etárias relativamente mais jovens", afirma.

O relatório global 2011 sobre álcool e saúde da OMS busca fornecer informações para os Estados vinculados à entidade e apoiar os esforços para se reduzir os danos do álcool, dando atenção para as consequências sociais e de saúde do consumo abusivo da bebida. A OMS lembra que o grau de risco para o consumo de álcool varia conforme a idade, o sexo e outras características biológicas do consumidor. É preciso observar, segundo a entidade, a quantidade de álcool consumido, mas também o padrão de consumo da pessoa em questão.

A OMS recomenda que os governos regulem o mercado de venda de bebidas, em particular para pessoas mais jovens. Também sugere regulações e restrições à disponibilidade do álcool, políticas apropriadas para se evitar que motoristas dirijam bêbados e a redução da demanda, com impostos mais altos. Afirma ainda que é preciso que os governos forneçam tratamento para pessoas com problemas com o álcool e implementem programas e intervenções breves diante do uso perigoso e prejudicial da bebida. A íntegra do relatório está disponível no site da OMS, em inglês (http://www.who.int).

Reunião de fatores de risco pode ajudar a detectar doenças cardiovasculares em jovens

Uma reunião de fatores de risco pode ajudar a detectar doenças cardiovasculares em jovens, de acordo com os resultados de um estudo cruzado divulgado online em Pediatrics.

“Fatores de risco cardiovascular predizem o desenvolvimento de aterosclerose prematura,” escreveram a Dra. Amy S. Shah, do Cincinnati Children's Hospital Medical Center, em Cincinnati, Ohio, e seus colegas.

Os objetivos do estudo foram investigar se um método simples de reunião de riscos cardiovasculares poderia identificar alterações ateroscleróticas precoces em jovens e comparar a utilidade da reunião de riscos para predizer a doença vascular precoce versus a pontuação aceita de Determinantes Biopatológicos da Aterosclerose.

Os pesquisadores coletaram dados demográficos, antropométricos, laboratoriais e vasculares de 474 jovens, com média de idade de 18 anos. Com base nos números de fatores de risco cardiovascular, os participantes foram categorizados como sendo de baixo risco se tivessem de 0 a 1 fatores de risco, ou como sendo de alto risco se tivessem 2 fatores de risco ou mais, e as diferenças entre os grupos e os desfechos vasculares forma comparados para esses 2 grupos.

Os pesquisadores compararam a reunião de riscos cardiovasculares versus a pontuação de Determinantes Biopatológicos da Aterosclerose em Jovens usando modelos lineares.

A espessura e a rigidez vasculares foram maiores no grupo de alto risco versus o grupo de baixo risco (P < 0,05). A reunião de riscos cardiovasculares foi associada a estruturas e funções vasculares anormais, com base em modelos de regressão com ajustamento para idade, etnia e gênero.

Apesar de a pontuação de Determinantes Biopatológicos da Aterosclerose em Jovens também ter sido associada a estruturas e funções vasculares anormais, a reunião de fatores de risco cardiovascular foi um preditor mais confiável de anomalias vasculares.

“A reunião de riscos cardiovasculares é uma ferramenta confiável para avaliar a função vascular alterada,” escreveram os autores do estudo. “Sua simplicidade, comparada à pontuação de Determinantes Biopatológicos da Aterosclerose em Jovens, fornece uma ferramenta vantajosa para que o médico atuante possa identificar os jovens que estejam sob risco mais alto para doença cardiovascular.”

As limitações desse estudo incluem a incapacidade de considerar todos os riscos cardiovasculares conhecidos; incapacidade de determinar se houve quaisquer alterações vasculares no grupo de baixo risco; e o desenho cruzado, impedindo que se possa determinar o momento das alterações na vasculatura, em relação ao desenvolvimento dos fatores de risco.

“A disfunção vascular é documentada em jovens com 2 ou mais fatores de risco cardiovascular,” concluem os autores do estudo. Essas alterações estão associadas com a reunião de fatores de risco cardiovascular...

Nosso trabalho sugere que, como em adultos, a avaliação de múltiplos fatores de risco deve ser uma parte integrante do cuidado com adolescentes, a fim de identificar aqueles que estejam sob risco de doença aterosclerótica precoce e aqueles aos quais a alteração do risco deva ser aplicada.”


Os Institutos Nacionais de Saúde apoiaram esse estudo. Os autores não declararam conflitos de interesse.

O aumento na ingestão de aditivos de açúcar entre os adolescentes norte-americanos está relacionado com o risco cardiovascular

Na publicação on-line da revista Circulation, foram relatados os resultados de um estudo transversal que indica o aumento na ingestão de aditivos de açúcar pelos adolescentes norte-americanos estão relacionados com o alto risco de doença cardiovascular.

A Dra. Jean A. Welsh, do Nutrition and Health Science Program na Emory University School of Medicine, em Atlanta, Geórgia, e colaboradores, relatam: "apesar de o aumento no consumo de carboidratos e de açúcar estar relacionado com um maior risco de doenças cardiovasculares entre os adultos, pouco se sabe sobre o impacto de aditivos de açúcares (dos adoçantes calóricos) entre os adolescentes norte-americanos".

Os dados dietéticos de 2.157 adolescentes norte-americanos, inscritos no National Health and Nutrition Examination Survey 1999-2004 e obtidos através do inventário do consumo alimentar de 24 horas, foram combinados com as informações do conteúdo de aditivos açúcar disponíveis no banco de dados MyPyramid do US Department of Agriculture.

As medidas do risco de doença cardiovascular foram estimadas em função do nível de ingestão de açúcar (<10%, 10% a <15%, 15% a <20%, 20% a <25%, 25% a <30%, e ≥ 30% da energia total ingerida).

Os métodos estatísticos multivariáveis foram ajustados para que os dados fossem representativos da população de adolescentes norte-americanos e as variâncias foram ajustadas para dar conta dos métodos de amostragem complexa.

O consumo médio diário de aditivos de açúcar foi de 21,4% do total de energia ingerido. O consumo de açúcar se correlacionava inversamente com os valores médios da lipoproteína de alta densidade (HDL) em mmol / L.

Aqueles que consumiam menos tinham um valor médio de HDL = 1,40 (intervalo de confiança [IC] de 95%, 1,36-1,44) e os que mais consumiam tinham uma média de 1,28 (IC de 95%, 1,23-1,33; P tendência de 0,001).

Para os adolescentes que estavam com sobrepeso ou obesidade, definidas pelo índice de massa corporal igual ou superior ao percentil 85, a adição de açúcar se relacionou diretamente com o modelo homeostase de avaliação da resistência à insulina (HOMA-IR; P tendência linear = 0,004).

Os autores do estudo relatam: "O consumo de açúcares entre adolescentes norte-americanos está relacionado de modo positivo com várias medidas que, sabidamente, aumentam o risco de doenças cardiovasculares,"

As limitações deste estudo incluem o seu desenho transversal, com as informações sobre a exposição e os desfechos sendo medidos ao mesmo tempo, excluindo a determinação de causalidade; a utilização de informações dietética apenas das 24 horas; e a falta de informação sobre a validade do processo utilizado para estimativa do teor dos aditivos de açúcar contidos no banco de dados MyPyramid Equivalents do US Department of Agriculture.

Os autores do estudo concluem: "apesar de serem necessárias mais pesquisas para avaliar o efeito dos aditivos de açúcar em longo prazo, os resultados deste estudo já sugerem que o risco futuro de doenças cardiovasculares pode ser reduzido, minimizando o consumo de aditivos de açúcares entre os adolescentes”.

Um dos autores do estudo (Dra. Miriam B. Vos) foi financiada, em parte, por um prêmio do National Institutes of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases e pela Children's Digestive Health and Nutrition Foundation. A Dra. Vos também é o autora do The No-Diet Obesity Solution for Kids, das quais recebe royalties. Os autores do estudo não declararam relações financeiras relevantes.

EU APOIO ESTA TROCA - TROQUE 01 PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES

O salário de 344 professores que ensinam = ao de 1 parlamentar que rouba
Essa é uma campanha que vale a pena!

Repasso com solidária revolta!
Prezado amigo!
Sou professor de Física, de ensino médio de uma escola pública em uma cidade do interior da Bahia e gostaria de expor a você o meu salário bruto mensal: R$650,00

Eu fico com vergonha até de dizer, mas meu salário é R$650,00. Isso mesmo! E olha que eu ganho mais que outros colegas de profissão que não possuem um curso superior como eu e recebem minguados R$440,00. Será que alguém acha que, com um salário assim, a rede de ensino poderá contar com professores competentes e dispostos a ensinar? Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando, atualmente a regra é essa: O professor faz de conta que dá aula, o aluno faz de conta que aprende, o Governo faz de conta que paga e a escola aprova o aluno mal preparado. Incrível, mas é a pura verdade! Sinceramente, eu leciono porque sou um idealista e atualmente vejo a profissão como um trabalho social. Mas nessa semana, o soco que tomei na boca do estomago do meu idealismo foi duro!
Descobri que um parlamentar brasileiro custa para o país R$10,2 milhões por ano... São os parlamentares mais caros do mundo. O minuto trabalhado aqui custa ao contribuinte R$11.545.
Na Itália, são gastos com parlamentares R$3,9 milhões, na França, pouco mais de R$2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa por ano R$850 mil e na vizinha Argentina R$1,3 milhões.
Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao país, por baixo, 688 professores com curso superior !
Diante dos fatos, gostaria muito, amigo, que você divulgasse minha campanha, na qual o lema será:

'TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES'.

Repassar esta mensagem é uma obrigação, é sinal de patriotismo, pois a vergonha que atualmente impera em nossa política está desmotivando o nosso povo e arruinando o nosso querido Brasil.
É o mínimo que nós, patriotas, podemos fazer.

FRASE DO DIA

"A bondade consiste em estimar e amar os outros para além do que eles merecem"

BIG BROTHER BRASIL - (Luiz Fernando Veríssimo)

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço...A décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil,... encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.

Dizem que em Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... todos, na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE...

Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.

Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.

Eu gostaria de perguntar, se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.

Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?

São esses nossos exemplos de heróis?

Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros: profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados..

Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.

Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.

Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada, meses atrás pela própria Rede Globo.

O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.

E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!

Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.

Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social: moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?

(Poderiam ser feitas mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!)

Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.

Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir.

Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.

domingo, 30 de janeiro de 2011

QUALIDADE NOS SERVIÇOS DE SAÚDE

A busca pela melhoria, pelo aperfeiçoamento e pela realização sempre foi uma constante no que se refere à qualificação. O enfoque na qualidade evoluiu à medida que as relações econômicas do homem se tornaram mais complexas. A complexidade dessas relações propiciou que a qualidade passasse por várias fases: a artesanal; pela inspeção do produto; a de colonização, onde a qualidade era diretamente proporcional à experiência e a técnica de quem fazia; a fase da mecanização, onde não havia o controle da qualidade dos serviços em gerenciamento científico, tendo como enfoque a execução das tarefas, comprovação dos resultados; nessa fase destacam-se os pensadores Frederick Taylor, Fayol e Henry Ford e, finalmente, fase do século XX com a verdadeira explosão da indústria de bens e serviços.

Quando se fala em qualidade, encontramos uma diversidade de conceitos que traduz desde expectativas mais intimas das pessoas, suas experiências anteriores, necessidades, opções de que dispõem para satisfazê-las, até a percepção de valor agregado, de custo/benefício, a sensação de estar fazendo um bom negócio, a confiança no produto, serviço, marca, na empresa ou na instituição de cuidados.

Mediante várias definições de qualidade ja vista a que melhor se adequa é que esta ocorre quando um serviço atende perfeitamente, de forma segura e no tempo certo às necessidades do cliente sendo esta alcançada quando existe um projeto perfeito, com baixo custo, segurança para o cliente, entrega no prazo, no local e na quantidade certa. Seguindo esse pensamento, Campos (1999) afirma que a qualidade de um produto ou serviço está diretamente ligada à satisfação total do consumidor.

Os profissionais de saúde, durante o seu processo de formação, são orientados para buscar a melhoria para restauração da saúde do paciente, ou quando isto não é possível, melhoria das suas condições de vida, melhoria dos métodos e técnicas de diagnósticos e de tratamento, simplificação dos procedimentos, obtenção de resultados melhores, o que torna a qualidade intimamente ligada as Ciências da Saúde.
Sabemos que a saúde foi um dos últimos setores a aderir a qualidade e que, vem ao longo dos anos tentando atingir o desenvolvimento obtido pela indústria, comércio e outros serviços, onde a qualidade é tão importante. Porém, ainda não foi desenvolvido um projeto na saúde que tenha eficácia, devido à sua dificuldade de elaboração dos pontos a serem abordados apesar de existirem vários programas de qualidade que podem ser implantados na área de saúde.

Sabemos ainda que os serviços de saúde atendem a necessidades complexas e variáveis e não podem ser totalmente padronizados. Os profissionais precisam de autonomia para traduzir normas gerais a casos particulares, decidir como e qual serviço prestar para atender às necessidades de saúde dos pacientes.

As organizações de saúde dependem do trabalho de profissionais da saúde e de outros grupos de trabalhadores que não são profissionais de saúde, resultando numa heterogeneidade que dificulta a construção do espírito de equipe. É um contexto de recursos limitados e necessidades sempre múltiplas, ilimitadas e variáveis. O ambiente é propício a conflitos entre atores com diversos interesses, nem sempre convergentes, o que demanda um processo de negociação permanente. Torna-se um grande desafio à gestão dos serviços de saúde considerar o conjunto de demandas e necessidades, numa ética que contemple os interesses da coletividade e as necessidades de usuários e dos diversos grupos de trabalhadores da saúde.

O trabalho em saúde acontece majoritariamente na modalidade de trabalho coletivo multiprofissional e em cooperação, mas geralmente por meio de ações fragmentadas, em que cada área técnica se responsabiliza por uma parte da atividade. O trabalho da equipe multiprofissional de saúde é um trabalho coletivo marcado por uma relação recíproca entre as múltiplas intervenções técnicas e pela interação dos diferentes profissionais. Contudo, a multiprofissionalidade não tem garantido respostas adequadas à complexidade das demandas assistenciais.

Essa equipe prescrita é um elemento importante, mas sua definição é insuficiente para compreender as trocas entre as pessoas para a realização da atividade e para torná-la mais eficaz. A atividade de trabalho de uma equipe se integra permanentemente com outros serviços e outras equipes existindo assim uma rede relacional mais ou menos informal que se constrói no trabalho coletivo.

DIFERENÇAS NAS DIFERENÇAS

A comunicabilidade inter-profissional é fundamental para o processo de assistência em saúde. O desenvolvimento de atividades através de troca de informações é crucial visto a visão eclética destes profissionais no âmbito de prestar os cuidados necessários.

Não basta apenas ter uma eficaz comunicabilidade entre colegas quando nós não conhecemos a realidade do usuário. Como no texto diz os agentes comunitários de saúde favorecem este meio de alimentação de informações entre usuários e profissionais e assim o SUS deve estar organizado sempre para manter cada vez mais íntima essa aproximação paciente-profissional afim de haver uma maior interação profissional-paciente.

As histórias sobre atendimento médico ou de saúde que são contadas pelas pessoas raramente elogiam a habilidade desses profissionais em comunicar adequadamente e com eficácia. Habitualmente, as pessoas criticam os jargões que são utilizados, a ausência de feedback ao paciente e os cuidados despersonalizados. Não há dúvida de que a qualidade da comunicação com o profissional de saúde é importante para os pacientes. a comunicação precária entre o profissional de saúde e o paciente tem estado relacionada à baixa resolutividade e qualidade da assistência prestada, bem como a não adesão do paciente ao tratamento.

As pessoas freqüentemente julgam a adequação dos cuidados de saúde com base em critérios que são irrelevantes no que se refere à qualidade técnica. Embora sejamos capazes de discernir sobre um caso flagrante de incompetência, a maioria das pessoas não possui conhecimentos suficientes sobre medicina e padrões de atendimento que possibilitem uma avaliação sobre os cuidados recebidos.

Na medida em que as pessoas leigas são, de modo geral, juízes precários da qualidade técnica do cuidado, elas freqüentemente julgam esta qualidade técnica com base na maneira como o cuidado foi dispensado. Assim, um profissional interessado e atencioso é freqüentemente julgado como competente, enquanto um profissional frio pode ser julgado como incompetente tecnicamente. Na verdade, a qualidade técnica do cuidado e a maneira como este cuidado é dispensado são fatores independentes. Mesmo assim pode-se concluir que a comunicação entre o paciente e o profissional é um ponto essencial para os pacientes sentirem-se satisfeitos com a atenção de saúde recebida.

Muitos são os fatores que parecem desgastar ou prejudicar essa comunicação. Esses incluem aspectos do local do atendimento propriamente dito, a estrutura do sistema de saúde, os comportamentos dos profissionais e dos pacientes, bem como as características da interação entre ambos.

Os problemas de comunicação descritos acima podem acarretar conseqüências importantes no que se refere aos cuidados de saúde. Pacientes insatisfeitos possuem uma maior probabilidade de não voltarem a usar os serviços de saúde no futuro. Eles têm mais tendência a voltar aos serviços que satisfazem necessidades emocionais ao invés das necessidades médicas. Pacientes insatisfeitos têm menos probabilidade de fazer exames de rotina e tendem a procurar outro médico com freqüência.

Assim, constata-se que a interação insatisfatória entre o profissional de saúde e o paciente, além de aumentar os riscos da saúde dos pacientes, pois os afastam dos serviços, coloca problemas de custo e desperdício de tempo, comprometendo a resolutividade e a eficácia dos serviços de saúde.

DEMOCRATIZAÇÃO DE IDÉIAS

O desafio crucial que se coloca contemporaneamente para a saúde pública consiste em propor programas de intervenção culturalmente sensíveis e adaptados ao contexto no qual vivem as populações às quais são destinados. Esse desafio assume uma configuração mais nítida e contrastante quando se trata de populações vivendo em condições de pobreza e desigualdade social.

Segundo Bastos (2002) o incentivo à auto-responsabilidade e à participação da comunidade e dos cidadãos no planejamento, na organização, no funcionamento e no controle da atenção primária à saúde como requisitos indispensáveis à otimização do atendimento constitui-se também em recomendação da Organização Mundial da Saúde.

O processo saúde-doença influencia-se pela cultura, e no desenvolvimento de ações congruentes há que se considerar as diferenças entre a cultura profissional e pessoal de todos os envolvidos no cuidado. Analisar o contexto cultural do cliente é necessário para que se detectem as aproximações entre cuidado popular e profissional, para que este ocorra a partir de uma realidade específica, com mais qualidade.

As pessoas conhecem e definem as maneiras com que experimentam e percebem o cuidado em saúde, relacionando-as às suas crenças e práticas de saúde de acordo com a sua cultura, portanto as informações dos clientes podem orientar os profissionais no cuidado. O cuidado é uma necessidade humana essencial à saúde e sobrevivência da espécie, e todas as culturas possuem sistemas de práticas de cuidado de saúde profissionais e populares. A cultura serve para orientar o pensamento, as decisões e as ações dos grupos, a partir de seus valores, crenças, normas e práticas de vida.

O cuidado cultural de enfermagem leva a integralidade do cuidado ao considerar a totalidade e a perspectiva holística da vida presentes em fatores culturais e sociais, visão de mundo, valores culturais, expressões de linguagem e modelos populares e profissionais de saúde. Para que sejam congruentes, as ações ou decisões de cuidado de enfermagem devem ocorrer pela manutenção ou preservação; acomodação ou negociação; remodelação ou reestruturação do cuidado cultural.

Para tanto, conhecer a cultura dos clientes, acessando a interpretação do significado do cuidado e experiência de grupos culturais diversos é imprescindível às ações, tornando possível diminuir o distanciamento entre profissional e cliente, no sentido de melhorar a adaptação e aceitação das recomendações profissionais. É importante destacar que nos serviços de saúde o cliente geralmente assume um papel passivo e pouco (ou nada) participativo. Ainda que haja estímulo à sua participação no tratamento, esta se baseia na transmissão de informações prescritivas que nem inserem e nem promovem a autonomia do cliente no cuidado.

UMA BREVE DISCUSSÃO SOBRE ENSINO A DISTÂNCIA

Na atualidade, cada vez mais a sociedade de um modo geral, em relação ao conhecimento em particular, expõe demandas educativas novas que requerem profissionais com uma formação multidisciplinar capazes de enfrentá-las. Essas novas necessidades educativas geram, por sua vez, novos campos e contextos educativos, diferentes dos convencionais, em que se fazem necessárias intervenções educacionais especializadas, dirigidas por profissionais com competências específicas. Através do texto lido percebemos que os avanços tecnológicos proporcionam facilidade, agilidade e especificidades na formação de profissionais cada vez mais qualificados.
Por muito tempo a educação a distância tem sido alvo de preconceitos por ser um tipo de formação não presencial dizendo os mesmos (estudiosos na educação) que um aprendizado só se mostra eficaz a partir da presença do docente na retirada de dúvidas anexando a amostra de uma prática. É perceptível que isso não se conclui na íntegra visto que a educação a distância se mostra cada vez mais atuante no processo de formação profissional. Através da aplicação de tecnologias cada vez mais avançadas e inovadoras o processo educacional a distância se mostra consolidado de uma forma bem mais límpida. Percebemos também que este tipo de formação amolda ao estilo de vida do profissional capacitando-o para novas tecnologias através do acesso via web a informações transformando o meio de comunicação e aprendizado entre pessoas.
Por fim o processo educacional a distância propõe uma mudança de paradigmas onde o aluno a partir deste momento é o foco na busca do aprendizado utilizando meios interativos de comunicação e pesquisa utilizando o tripé conectividade - autonomia - comunicação.

IMPORTÂNCIA DO PRÉ-NATAL EM GESTANTES

Uma atenção pré-natal e puerperal de qualidade e humanizada é fundamental para saúde da mulher e da criança. A atenção às mesmas deve incluir ações de prevenção e promoção da saúde, além de diagnóstico e tratamento adequado dos problemas que ocorrem nesse período. Sabemos que é perceptível o aumento de registros de consultas de mulheres em postos de saúde principalmente com casos de gravidez na adolescência. Segundo dados do SIA-Datasus e AIH-Datasus de 2004 percebemos um aumento significativo de número de consultas de pré-natal por mulheres que realizam o parto no SUS.

Muitas foram as ações implantadas nestes serviços de atenção a mulher, mas ainda sim percebemos um serviço ainda comprometido da qualidade da atenção. Podemos confirmar isso através de dados como do numero de mortes por hipertensão arterial na gestação ser bem freqüente na realidade brasileira. Alem disso observamos uma não-consolidação da atenção ao puerpério sendo esta de extrema importância visto que na sua grande maioria o retorno da mãe aos postos de saúde se restringem basicamente com a avaliação e a vacinação dos recém nascidos. Observando estas ocasiões freqüentes entendemos a real necessidade de esforços coletivos de todos os setores ligados a saúde para termos uma eficaz e eficiente atenção pré-natal e puerperal.

Sabemos que gravidez não é doença, mas merece cuidados especiais. Mesmo que aparentemente você seja uma pessoa saudável.bMais do que isso. Nós como profissionais que somos devemos sempre exercer uma vigilância cuidadosa de todas as mudanças e adaptações do organismo da mãe e do desenvolvimento do bebê durante a gravidez, permitindo assim interferir de forma positiva no desenvolvimento da gestação

Nos nove meses de preparo para o nascimento do bebê, é importante garantir o acompanhamento da mãe por parte dos profissionais de saúde. Com os exames médicos realizados no pré-natal, é possível identificar e reduzir muitos problemas de saúde que costumam a atingir a mãe e seu bebê. São doenças, infecções ou disfunções que podem ser detectadas antes ou de forma precoce e tratadas de forma rápida. Hipertensão, anemia, infecção urinária e doenças transmissíveis pelo sangue de mãe para filho, como a AIDS e a sífilis são algumas das hipóteses que podem ser identificadas e tratadas no pré-natal. Com o acompanhamento pré-natal, as mulheres grávidas se sentem mais seguras, pois são informadas de que sua gestação segue bem. Quando há algum problema, a detecção precoce também auxilia o acompanhamento e pode auxiliar pra que ele não se desenvolva.

Como dito anteriormente de forma prévia às complicações da gestação, parto e puerpério constituem a décima causa de mortes em mulheres. Com um acompanhamento pré-natal e atenção aos partos adequados, consegue-se desta forma evitar a maior parte dessas mortes. As mulheres devem sempre estabelecer uma boa relação com seu cuidador. Dessa forma, as dúvidas são sanadas e a ansiedade é diminuida.

Por Hildson Leandro de Menezes